Alimentando o fogo de uma indústria em crescimento
Em 1997, a indústria chinesa de corantes estava faminta, e crescia rápido.

Os corantes reativos bifuncionais, que havíamos introduzido apenas três anos antes, já não eram novidade. Estavam virando o padrão. Tinturarias de todo o país migravam para eles pelo desempenho superior. A demanda explodia.
Mas havia um problema. A China não conseguia produzir matéria-prima suficiente para acompanhar.
Os ingredientes-chave, o ácido K, os intermediários à base de enxofre e o ácido Tobias, eram em grande parte importados ou escassos. Sem eles, toda a revolução dos corantes bifuncionais travaria. A HONGDA viu a lacuna e, mais uma vez, a ocupou.
Olhamos para a Índia, um país com tecnologia bifuncional madura e produção consolidada de intermediários críticos. Começamos a importar ácido K, ácido Tobias sulfurado e outros materiais essenciais, não só para a nossa produção, mas para atender às necessidades de todo o mercado chinês.
Ao mesmo tempo, assumimos um compromisso mais profundo. Nos associamos à Tianjin Greatwall Chemical Plant para desenvolver e produzir juntos intermediários de corantes bifuncionais aqui mesmo, na China. Não era só comércio. Era construção de capacidade. Transferíamos conhecimento, desenvolvíamos produção local e reduzíamos a dependência chinesa das importações.
O resultado: a HONGDA se tornou uma das maiores fornecedoras de matérias-primas para reativos do país. Já não fazíamos apenas corantes. Alimentávamos o fogo de toda uma indústria.
